TRADICIONALISMO

Invernada Raízes da Tradição completa 11 anos com evento para mostra de pilchas

Grupo Raízes da Tradição completa 11 anos em 2026 Foto: Divulgação

O dia 15 de agosto será especial para o Grupo Raízes da Tradição, pertencente ao Centro Cacimbinhense de Tradições Gaúchas (CCTG) Lila Alves, de Pinheiro Machado. Na data, a partir das 21h, acontece mostra de pilchas 2026 da invernada, em comemoração aos 11 anos do grupo.

Na ocasião, será apresentada a temática “Perdidos num baile de fronteira”. Segundo a instrutora Julia Graziela Azambuja, o tema é inspirado nos bailes campeiros que marcaram a história da região, valorizando a elegância, os costumes e a hospitalidade do povo fronteiriço. “A apresentação destaca a indumentária gaúcha do século 19, um patrimônio cultural que atravessa gerações e preserva a identidade do povo mais gaúcho do Sul do Brasil.”

Os ingressos para o evento estão sendo comercializados com os integrantes do grupo.

ATRAÇÃO ESPECIAL

Como atração musical para a noite de pilchas, o público presente poderá prestigiar a música do grupo De Pouca Prosa e conferir uma degustação de doces típicos. Na copa haverá comercialização de petiscos salgados e bebidas durante todo o evento.

“Mais do que uma apresentação, esta será uma noite para celebrar a cultura, a amizade e o orgulho de sermos gaúchos. Esperamos a todos para escreverem conosco mais um capítulo da história do Raízes da Tradição”, convidou Julia.

SOBRE O GRUPO

No ano de 2015, uma simples reunião entre pais despertou o desejo de criar um grupo de danças que pudesse manter viva a tradição gaúcha, despertando em crianças e jovens o mais profundo sentimento de amor, respeito e pertencimento às nossas raízes. Assim nasceu o Grupo de Danças Raízes da Tradição, do CCTG Lila Alves.

Ao longo destes 11 anos, foram momentos de luta, alegrias, desafios, aprendizados, solidariedade, erros e acertos. Conforme falou ao TP a instrutora Julia, “cada ensaio, cada viagem, cada apresentação e cada conquista fortaleceram a certeza de que preservar a cultura é muito mais do que dançar, é transmitir identidade, valores e história às novas gerações.”

Ela ainda completa afirmando que representar a fronteira gaúcha é um compromisso imensurável por carregarem no peito a honra de mostrar ao Rio Grande do Sul a riqueza de um povo que mantém viva suas tradições através da música, da dança e da indumentária. “Hoje, chegamos com o mesmo brilho no olhar daquele primeiro encontro de 2015, mas com a experiência de quem construiu uma história marcada pela dedicação e pelo amor ao tradicionalismo. Reafirmamos, mais uma vez, que representar o gaúcho fronteiriço é aquilo que nos identifica e nos orgulha.”

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