A todo instante pipocam notícias inesperadas, inéditas eu diria, afinal, dentro de um manicômio tudo se espera, tudo é possível, inclusive nada!
Homens, mulheres, alguns jovens, todos sem acreditar como podem estar detidos na prisão, em decorrência de algumas “balbúrdias”, fatos corriqueiros segundo eles, nada que pudesse ter comprometido a “lisura” dos seus atos.
Qualificam-se como “patriotas”, pessoas acostumadas a cantarem o hino nacional enrolados na bandeira do seu país, inclusive, bom que se diga, batiam continência em frente a um amontoado de pneus. Pasmem senhores leitores!
Se tudo desse certo, dizem os “pobres coitados”, o passo seguinte era matar algumas pessoas, poucas é verdade, talvez no máximo três, pois se tratavam de pessoas chatas, que lhes tiravam o sossego e se opunham às suas ideias alucinadas.
Um deles chega a dizer perante o tribunal que elaborou determinado documento, “sem saber do que se tratava”. Pasmem novamente!
Nesse ponto me chama atenção o fato de que nenhum criminoso consulta o Código Penal para ver se vai ou não praticar um crime. Coitados!
Então, chega aos meus ouvidos a música do saudoso Tim Maia, ou seja, “devo admitir que sou um réu confesso, e por isso eu peço, peço pra voltar.”
Mas, nem tudo está perdido. O senador astronauta anuncia à nação em alto e bom tom, que está aprovada sua menção pela decretação do DIA DA AVIAÇÃO DE CAÇA!
Mas a caravana da loucura se espalha mundo afora. Recentemente no país do Tio Sam, aquele famigerado episódio do jornalista que teria sido incluído de forma equivocada num grupo de whatsapp, cujo grupo estava prestes a decidir sobre um ataque militar, acabou por revelar não apenas uma mancada feia, mas todo o elenco de Os Trapalhões.
O delírio de a cada dia iniciar uma guerra contra determinado país, permite a quem o faz, que, por alguns momentos, esqueçam seu nome envolvido para além dos limites imagináveis no escândalo Epstein!
Bem, não pretendo submeter o leitor a mais bobagens que não atualizam as notícias as quais nos são mais urgentes. Assim e para encerrar, vou emprestar um pouco de seriedade ao tema, resumindo em forma de uma recente citação de renomada jornalista, a saber:
“Estamos vivendo uma corrosão de valores sem precedentes. A mentira virou verdade. Homens de bem virou sinônimo de pulhas. O cinismo tomou o lugar da ética. Nosso conto de fadas de um mundo melhor virou um cenário distópico do caos. Não temos ideia do fim desse roteiro.”
MÁRCIA DAL PRETE.
JÁ FOI CONTEÚDO NO IMPRESSO



