PAPO DE REDAÇÃO – 27/FEV/2026

MARCELO GREGÓRIO

O vice-prefeito Marcelo Gregório (PSD) e que também é secretário de Obras de Candiota, claramente assume papel de protagonismo no chamado F4, que é o quarto mandado na história do município do prefeito Luiz Carlos Folador (MDB), que se reelegeu em 2024. Na foto, Marcelo fiscaliza obras nas estradas do interior.

FABRÍCIO MORAES

O secretário de Saúde e vereador mais votado de Candiota nas últimas eleições, Fabrício Moraes, o Bibi (MDB), disse ao TP, que na próxima quinta-feira (5 de março), estará reunido com o vice-governador e pré-candidato a governador do RS, Gabriel Souza (MDB), para decidir se concorre ou não a deputado estadual pela sigla nas eleições deste ano. Bibi não deu pistas de qual decisão vai tomar.

MONITORIA EM PINHEIRO

Um debate sobre monitoria de alunos atípicos (especialmente autistas) nas escolas municipais de Pinheiro Machado gerou polêmica esta semana na cidade. O assunto iniciou na Câmara e foi para as redes sociais. O prefeito Ronaldo Madruga (PP), também se manifestou publicamente em suas redes sobre a questão. “Quero deixar claro que não autorizei nenhum diretor de escola, coordenador a mandar mensagens para os pais dos alunos que precisam de tutores não irem para a escola, trata-se de uma ação excludente que não pactuamos. A secretária da Educação, Jaqueline (dos Santos), também desconhecia esta orientação, repudio veemente este ato”, escreveu o prefeito.

NÃO É NÃO

Desde o período oficial do carnaval no país, a Prefeitura de Hulha Negra lembra da importância do respeito entre os foliões, com foco direcionado a prevenção da violência com as mulheres. “Não estrague a festa dos outros. Carnaval bom é Carnaval sem assédio! Não é não! Respeite os limites, respeite as pessoas e curta com consciência”, expôs em nota, alertando também para os números de denúncia como 190 para a Brigada Militar e 180 para denúncia.

EDUCAÇÃO INFANTIL EM PINHEIRO

A Prefeitura de Pinheiro Machado anunciou que a EMEI Tânia Cardoso será ampliada com a construção de mais quatro salas de aula. A obra será executada no terreno onde atualmente está localizado o anfiteatro. O edital para contratação da empresa responsável pela execução da obra já foi publicado e o investimento previsto é de R$ 186.661,75 mil. Segundo o Executivo, a ampliação tem como objetivo atender ao crescimento no número de matrículas na Educação Infantil, além de suprir a demanda projetada para o próximo ano letivo.

SUBIU NO TELHADO EM CANDIOTA

Com a declaração do presidente da Câmara de Candiota, Gildo Feijó (MDB), de que as pessoas não precisam se preocupar com o projeto de lei nº 145/2025, que trata sobre a flexibilização da gestão do saneamento do município, além de informações de bastidores darem conta que o PL não teria votos suficientes para a aprovação, o dito que o ‘gato subiu no telhado’ ganhou força.

SANEAMENTO EM CANDIOTA

Na grande verdade, Candiota, ao completar agora em março, 34 anos de emancipação política e administrativa, jamais, entre todos os governos que passaram, teve um projeto claro e um planejamento de longo prazo para os sistemas de água e esgoto. São quase três décadas e meia que não são feitas as mudanças necessárias mais profundas, como, por exemplo, a hidrometria. Infelizmente se chegou a uma situação insustentável, onde empurrar com a barriga e fazer gambiarras não são mais opções.

SANEAMENTO EM CANDIOTA 2

O saudoso engenheiro Amaral (Haroldo), falecido na semana passada em Tramandaí, aos 83 anos, quando secretário de Obras e Serviços Públicos de Candiota, no longínquo ano de 2006, colocou hidrômetros em todos os imóveis das localidades urbanas (até hoje em muitos lugares eles estão lá, ver foto). Iniciou um projeto piloto de cobrança por medição na Vila Operária, com ideia de estender para todas as localidades de forma escalonada até o aferimento completo. A pressão política (medo de perder votos) e não dos canos, fez com que o projeto fosse interrompido. Candiota trata água para 40 mil pessoas, quando tem apenas 11 mil habitantes, sendo esse um dos principais fatores do sistema não dar conta de qualidade e quantidade necessárias.

VOTAÇÃO EM CANDIOTA

O placar de uma votação chamou a atenção na primeira sessão ordinária do ano em Candiota. O projeto de decreto legislativo (PDL) proposto pelo vereador Marcelo Belmudes (PT), obteve quatro votos favoráveis e quatro contrários. Nesse caso, o vereador Gildo Feijó (MDB), teve que desempatar pela contrariedade a proposição. O PDL, que foi rejeitado, pedia a sustação dos atos do Executivo que exorbitassem do poder regulamentar e pedia o restabelecimento da aplicaAção da alíquota de 36,35% o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) nos termos da lei municipal nº 2.781/2025. O vereador Léo Lopes (PSDB) votou com os três vereadores do PT.

PRAÇA DE CANDIOTA

A falta de iluminação na praça central de Candiota foi pauta esta semana na Câmara local. A praça está passando por uma ampla reforma. A Prefeitura prometeu, depois de contatada pelo jornal, em restabelecer em breve o sistema de iluminação. Há uma preocupação com os alunos do ensino médio noturno da escola Jerônimo, que estão usando a escola Dario Lassance (que fica em frente à praça), bem como, com a população em geral e com eventos como o Carnaval Fora de Época. Quanto aos banheiros públicos, a informação que se tem é que a Prefeitura está contratando uma zeladoria para cuidar de toda a praça, incluindo os sanitários.

RACIONAMENTO EM BAGÉ

A partir da próxima segunda-feira (2), o racionamento em Bagé será diário para toda a cidade, com 12 horas de interrupção no abastecimento. No novo modelo, que inicia na madrugada do dia 2, o setor 1 terá o abastecimento interrompido das 15h às 3h e o setor 2 interrompido das 3h às 15h, diariamente. Desde o dia 3 de fevereiro, a medida estava sendo intercalada, com interrupção no abastecimento um dia para o setor 1 e outro dia para o setor 2. Porém, o nível da Barragem da Sanga Rasa foi determinante para a decisão de aumentar a restrição de fornecimento. O principal reservatório da cidade está com 5,90 metros negativos. Já a barragem do Piraí está 2 metros abaixo do normal.

RACIONAMENTO EM BAGÉ 2

As chuvas são escassas na cidade. Janeiro e fevereiro, até o momento, tiveram precipitações abaixo da média. Neste mês, a Estação de Tratamento de Água (ETA) registrou apenas 56 milímetros de chuva, enquanto que a média histórica é de 127 milímetros. O Daeb ressalta que no domingo, dia 1º de março, toda a cidade será abastecida, a fim de ajustar a transição de um modelo de racionamento para o outro.

JÁ FOI CONTEÚDO NO IMPRESSO

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