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De tempos em tempos surgem no Brasil fenômenos comerciais que marcam épocas. Resistem geralmente por alguns anos e desaparecem tão rapidamente quanto surgiram.
São liderados e identificados com fundador do negócio. Às vezes levam o próprio nome dos fundadores do negócio.
Tu não lembras ou nem ouvistes falar do Grupo Matarazzo, de São Paulo, que se chamava CASAS DA BANHA. Não havia as maravilhas que temos hoje na culinária. Todo mundo cozinhava com banha suína. Foi um império comercial que reinou muito tempo.
Outro fenômeno comercial foram as LOJAS AMERICANAS. Foi uma invasão comercial. Vendia de tudo um pouco. Foi a pioneira em vender quinquilharias. Um verdadeiro sucesso, com produtos baratos e de qualidade discutível. Foi um fenômeno de vendas.
Depois foi a febre comercial que ainda sobrevive do MAGAZINE LUIZA. Foi um fenômeno do varejo e ainda sobrevive, embora sem o potencial do início.
Muitos outros fenômenos comerciais surgiram e desapareceram. Lembro sempre das CASAS PERNAMBUCANAS de saudosa memória. Inundou nosso Brasil e tantas outras que se perderam na poeira dos tempos.
HAVAN

O fenômeno de hoje são as Lojas Havan. O dono e fundador do negócio é o próprio garoto propaganda, conhecido como o VÉIO da Havan ou o Careca da Havan.
Vende tudo e de tudo. China é seu fornecedor maior com seus produtos descartáveis.
Americanófilo juramentado adotou a Estátua da Liberdade como símbolo comercial. O dinheiro faz milagres, ora se faz!
É muito fácil encontrar estas lojas, pois o mau gosto de alguns é a prosperidade de tantos. Oxalá ele não substitua a Liberdade pela estátua do Trump. A China fatura, Trump fatura e nós marchamos.
Normalmente esses fenômenos comerciais não sobrevivem ao seu dono e criador. São fenômenos e como tal desaparecem.
PARA NÃO DIZEREM…
…que não falei em Copa do Mundo, que chatice. Quanto maior, mais chata fica e logo, logo será só um sonho de verão em nossas vidas.
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