No Brasil, o destaque da semana ficou por conta de um raio que andou passeando entre uns quantos que se agrupavam para aderir às manifestações iniciadas por um certo Nikolas. Se essas pessoas que vão atrás do Nikolas tivessem lido a Bíblia, nos ensinamentos de Salomão, teriam aprendido a tomar cuidado com as pessoas com quem andam.
Um sujeito que sai em caminhada pelo acostamento de uma estrada movimentada é, sem dúvida alguma, um sem noção dos riscos aos quais expõe quem resolve andar com ele. Mas não dá para dizer que o deputado seja um ignorante por completo, é um deputado. O risco de um carro se envolver em acidente e atropelar um grupo significativo de pessoas era grande. Foi alertado. Foi em frente.
Em Brasília, um grupo relevante de simpatizantes do tal Nikolas e da suposta causa nobre na qual estava envolvido não leu, não sabe, não procurou saber que nos Estados Unidos (eles adoram os Estados Unidos) tal evento seria proibido por risco à integridade física das pessoas. Assim, por lá, eventos esportivos a céu aberto, por exemplo, são todos cancelados quando há possibilidade de que a multidão seja atingida por raios.
Quando este fato acontece em Brasília não se trata de incidente, como tentou justificar o deputado. O que pode acontecer e é previsível, não é incidente, nem acidente.
Ler a Bíblia é interessante. Há muitos que dizem que estão sempre orando, mas não lêem a Bíblia. É melhor tomar cuidado com quem andas.
Pelo mundo, enquanto o presidente dos Estados Unidos espanta todos de sua volta, Alemanha, Canadá, Inglaterra, Índia e Brasil, entre outros, estão cada vez mais próximos da China. Lembro que a população da China é mais de quatro vezes a dos Estados Unidos. Logo, por lá não falta gente para comprar e consumir. A maior população do mundo hoje é a da Índia que, por ter uma base muito pobre, vem crescendo em percentuais significativos, comparando com os países desenvolvidos. Será um grande mercado em breve.
… muito mais tarde do que
deveria ter entrado e só um pouco antes que nunca.
No Brasil, Lula anda se esforçando para perder uns pontos na pesquisa. Em ano eleitoral é melhor deixar a Venezuela para os venezuelanos. A Venezuela não ajuda e não ajudará o candidato Lula. Por outro lado, o caso Master precisa ser investigado e rápido. É inconcebível os diretores do Master estarem soltos. Com toda gangue do Master solta é óbvio que vai ganhar espaço a tese de um Bolsonaro injustiçado. Só no fundo garantidor o rombo é de cerca de R$ 40 bilhões. Como quase ninguém sabe e nem vai fazer a contas, esclareço que R$ 40 bilhões dá para comprar 400 mil automóveis zero quilômetro de R$100 mil. E os malandros continuam soltos. Não há como crer num judiciário permissivo.
Se é certo que vai sobrar para deputados, senadores, governadores, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ministros do governo federal e secretários de governos estaduais, irmãos, esposas, maridos de gente ilustre, que sobre. Com a metade de R$ 40 bilhões, dá para comprar a alma de uma nação. Não foi por acaso que o Banco Central entrou em campo muito mais tarde do que deveria ter entrado e só um pouco antes que nunca.
JÁ FOI PUBLICADO NO IMPRESSO


