Senil e sem freios

Quem acompanha as notícias do planeta sabe que precisamos como humanidade enfrentar alguns bons combates num futuro próximo. Isso não é necessariamente ruim. Há que enfrentar o que se acha o “Senhor do Mundo”, o senil presidente dos Estados Unidos. Há que se enfrentar a robotização e a inteligência artificial. Há que se enfrentar o aquecimento global.

O que parece mais fácil é enfrentar Trump. Não é só o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que disse outro dia que Trump está senil. Há vários indícios sendo reportados por pessoas que entendem mais do riscado. No Fórum de Davos, Trump trocou Groenlândia por Islândia e se referiu esta semana ao governo da Noruega como se este fosse responsável pelo prêmio Nobel que ele não ganhou (nem merece ganhar). Não é o governo da Noruega quem concede o prêmio. Há outros indícios como usar reiteradamente palavras simples que não são faladas do jeito que ele fala. Além do hiper mega ego. Trump é aquele sujeito que se Deus quisesse falar com ele certamente teria de aceitar o dia e a hora que a agenda de Trump permitisse.

Trump vive babando sua raiva e sua indecência. Para quem pode. Enquanto pensa que é grandão, os governantes dos outros países atuam como a esposa que deixa o marido fazer a pose de que ele manda. Na hora da separação ela fica com tudo.

Dos cinco países mais odiados do mundo encontramos Estados Unidos e Israel. Com Trump, velhos parceiros (não amigos) descobrem a cada dia os Estados Unidos menos confiável. Daí, nesta nova ordem nas relações internacionais os Estados Unidos estão sendo excluídos.

Trump não bombardeou nenhuma grande potência militar…. É forte, mas tem seus medos.

Trump reage a uma guerra que está perdendo de vareio. O grande parceiro comercial do Brasil é a China. O grande parceiro comercial da Argentina (depois do Brasil) é a China. Em breve, Europa (que atualmente está bem próxima dos Estados Unidos em importância) e Índia serão mais importantes para o Brasil que os Estados Unidos.

Trump tem para oferecer armas e bombas. Se depender de Trump os Estados Unidos serão amplamente ultrapassados em tecnologia. Em muitas áreas não são melhores.

Nações de todos os continentes aceleram acordos comerciais. Estamos vendo Índia e Canadá se aproximando da China. Algo impensável dias atrás. Com a política externa de ir comendo pelas beiradas a China avança. O Brasil também avança conquistando mercados pelo mundo inteiro.

Trump, quando não está dormindo nas reuniões que participa (e diz que está descansando os olhos), está prometendo bombardear alguém em algum lugar. Pior é que nem sempre fica nas promessas. Venezuela, Síria, Iraque, Irã, Nigéria, Iêmen e Somália já foram bombardeados pelos Estados Unidos no primeiro ano do mandato de Trump. Quantos morreram não contei, centenas, no mínimo. Trump que é o fiador do genocídio em Gaza.

Porém, Trump não bombardeou nenhuma grande potência militar, China, Rússia, Coréia do Norte, etc. É forte, mas tem seus medos.

Trump agora quer ser o presidente vitalício de um Conselho de Paz para Gaza. Nenhum país com governantes decentes vai aceitar ser submisso ao CPF, da pessoa física, de Trump, que nega a todos os países o direito de vetar qualquer proposição, exceto ele. Nem o próximo presidente dos Estados Unidos poderá apitar qualquer coisa que se refira ao Conselho da Paz de Trump.

Imaginem eu propondo um Conselho Regional de Municípios onde todos os prefeitos atuais e futuros seriam submissos a mim. Me mandavam para um hospício de loucos.

JÁ FOI CONTEÚDO NO IMPRESSO

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