
Adriano Revelante assumiu nesta segunda-feira (6) Foto: Divulgação TP
O ano começou com mudanças também na Câmara de Vereadores de Candiota, quando já na primeira sessão de 2020 da Comissão Representativa, assumiu o suplente e presidente do MDB local, Adriano Fagundes Revelante.
Nascido em Ijuí (noroeste gaúcho) há 44 anos, mas há 30 anos morando na Capital Nacional do Carvão, Adriano é de família tradicional de Candiota e é funcionário da Companhia Riograndense de Mineração (CRM). Nas eleições municipais de 2016, ele fez 139 votos, tendo ficado na terceira suplência do partido.
A possibilidade dele assumir uma cadeira por um certo período na Câmara surgiu de uma acordo interno no MDB. Primeiro em função da licença médica da vereadora Andréia Rangel e depois pela renúncia dos suplentes Marco Dal Molin e Michel Feijó. Também, caso a vereadora Andréia já tenha sido liberada pelos médicos a voltar a atuar no Legislativo, o vereador Fabrício Moraes acenou que em fevereiro ele também pode ceder um período de 30 dias ao companheiro de partido.
Em conversa com o TP, Adriano assinalou que apesar do tempo curto, será uma ótima experiência para ele, enfatizando que buscará no período ouvir suas bases, além de agradecer as pessoas que fizeram ele chegar até este momento. Também ele disse que vai pleitear ao menos uma emenda parlamentar. “Pretendo dar visibilidade a demandas específicas de algumas comunidades. Como todos sabem, fizemos uma oposição responsável e também no período vamos fiscalizar e cobrar o Executivo”, disse.
Quanto ao seu futuro político, o vereador assinalou que está à disposição do MDB para novamente concorrer a vereança este ano, porque acredita que a política é uma ferramenta importante para mudar a vida das pessoas para melhor. “Mas minha candidatura será decidido no tempo certo”, disse.
Lembrando que é um operário de profissão, Adriano afirmou que sua trajetória é de defesa dos trabalhadores e do patrimônio público, de políticas públicas que beneficiem o coletivo, a inclusão e a educação. “O MDB de Candiota tem resistido a estes ataques aos direitos”, afirma.