Luciane Pereira e Luiz Gustavo Loreto possuem trajetória familiar ligada ao trabalho na Companhia Foto: Divulgação CRM
Há histórias que não cabem apenas em registros funcionais, crachás ou datas de admissão. Elas atravessam o tempo, passam de pais para filhos, de avós para netos, e se transformam em algo maior: um legado.
Na Companhia Riograndense de Mineração (CRM), esse legado tem nome, sobrenome e, acima de tudo, sentimento. Em Candiota, esse vínculo entre empresa e família é vivido de forma profunda. Não são apenas profissionais que constroem a história da CRM, são gerações inteiras que encontram aqui propósito, estabilidade e orgulho.
O depoimento do colaborador Luiz Gustavo Loreto, chefe de Serviço de Mineração, é um retrato fiel dessa conexão. Sua trajetória está entrelaçada com a da empresa há décadas, antes mesmo de seu próprio ingresso. Seu avô paterno, Eduardo Loreto, dedicou 33 anos à companhia. Seu pai, João Eduardo Cardoso Loreto, também construiu uma carreira de mais de três décadas como operador de máquinas. Tios, primos e até familiares do lado materno somam histórias que atravessam diferentes áreas e períodos da CRM, formando uma verdadeira árvore genealógica ligada à mineração.
Para Luiz Gustavo, trabalhar na CRM nunca foi apenas uma escolha profissional, foi a continuidade de algo que começou muito antes dele. “Cresci acompanhando histórias de dedicação, responsabilidade e orgulho. Isso despertou em mim o desejo de também fazer parte dessa história”, relata. As memórias que carrega são tão fortes quanto simbólicas. Uma delas, vivida ainda na infância, ajudou a moldar seu futuro. Ao passar um dia no trabalho do pai, enxergou de perto não só a rotina, mas o respeito entre colegas e o significado daquele ambiente. “Ali começou o meu vínculo com a CRM”, lembra ele.
Essa mesma emoção também se reflete na história da colaboradora Luciane Pereira, chefe de Serviços da Tesouraria, cuja família construiu uma trajetória marcada por persistência e amor pela empresa. Seu pai, Lucirio Delabari Soares, ingressou na CRM em 1982, em Lavras do Sul, sendo posteriormente transferido para Candiota. Seu esposo, Marcus Vinicius Pereira, iniciou como menor aprendiz aos 14 anos e dedicou 41 anos à empresa como eletricista. Hoje, a história segue com os filhos, um já tendo passado pela empresa como estagiário e duas filhas atualmente como jovens aprendizes.
Inspirada por essas trajetórias, Luciane também decidiu trilhar seu caminho na CRM. “A dedicação e o orgulho que eles sempre demonstraram me motivaram a seguir o mesmo caminho”, afirma. Sua conquista veio em 2005, após quatro anos de espera até a nomeação, um momento que guarda com emoção e orgulho.
Os valores que atravessam essas histórias são os mesmos que sustentam a cultura da CRM: respeito, comprometimento, estabilidade e oportunidades. São eles que fazem com que a empresa deixe de ser apenas um local de trabalho e se torne parte da identidade das pessoas. Mais do que empregos, a CRM constrói caminhos. Mais do que carreiras, constrói histórias de vida. E, enquanto novas gerações chegam, uma certeza permanece: a valorização das famílias que carregam no coração o orgulho de fazer parte dessa história.
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* Conteúdo extraído do Boletim CRM – abril 2026
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