Há duas décadas e meia, num sábado ameno de outono, em 2 de abril de 2011, estava nascendo um novo veículo de comunicação. O fim das atividades do saudoso jornal A 1ª FOLHA impulsionou a criação do jornal Tribuna do Pampa.
Naquela tarde foi dado um passo importante para a comunicação regional. Candiota e a região não ficariam sem uma voz independente e de defesa do desenvolvimento regional.Os desafios e a forma de fazer jornal e jornalismo mudaram nesses 15 anos, porém a linha editorial e os propósitos lançados naquele dia, permanecem inalterados.
O jornalismo profissional vem sofrendo constantes ameaças. Passa, nos últimos tempos, por um teste de fogo. A popularização das redes sociais, onde cada ser humano meio que se sente repórter, tem desafiado os profissionais da comunicação, que não são mais os únicos portadores da informação, porém ganham relevância redobrada na curadoria,
O TP é um farol no Pampa ainda empobrecido, com dificuldades imensas de desenvolvimento. É uma fonte para se beber numa região declaradamente com insegurança hídrica. É um bastião na defesa regional.
apurando, checando e rechecando se aquilo de fato corresponde a realidade, se está distorcido ou é totalmente enganoso.
O TP é um farol no Pampa ainda empobrecido, com dificuldades imensas de desenvolvimento. É uma fonte para se beber numa região declaradamente com insegurança hídrica. É um bastião na defesa regional.
Completar 15 anos em meio a esse turbilhão que o mundo atravessa é uma grande conquista. Apesar do futuro meio nebuloso em sentido amplo, o jornal segue com passos firmes, largos e sabendo muito bem o que quer. Uma janela de oportunidades em meio a tudo isso está por se abrir e assim a consolidação do projeto estará em marcha mais do que assegurada.
O jornal, seja no papel, no digital ou em qualquer outra forma que vier, seguirá fazendo jornalismo raiz e de caráter regional, com a nossa cara e nosso jeito, de forma independente, buscando ser um suporte e um impulso para as futuras gerações construírem o progresso que tanto lutamos e almejamos.
JÁ FOI CONTEÚDO NO IMPRESSO


